Domingo, Fevereiro 22, 2009
O texto de Mário Bettencourt Resendes discorre sobre o uso do termo negro em Portugal. João Marcelino, o director, explica diferenças entre Portugal e os EUA neste domínio.
TELEVISÃO - PÚBLICOS
"José Alberto de Carvalho confirmou ao DN que a situação ficou resolvida, depois de ter explicado a Santos Silva como decorreu o processo de produção da autopromoção da Grande Entrevista e o facto de escolher aquela "frase forte, que percorreu todos os círculos políticos", rejeitando a "intenção de manipulação grosseira"."
Segundo o DN de ontem, a RTP explicou-se a Augusto Santos Silva. Espero que também tenha explicado aos telespectadores.
Segundo o DN de ontem, a RTP explicou-se a Augusto Santos Silva. Espero que também tenha explicado aos telespectadores.
INTERNET
O que os move?
Com um público maioritariamente jovem, estas redes começam a ter uma adesão cada vez maior de políticos, jornalistas, criativos da publicidade, profissionais liberais...
No DN de hoje Paula Brito escreve sobre redes sociais.
Com um público maioritariamente jovem, estas redes começam a ter uma adesão cada vez maior de políticos, jornalistas, criativos da publicidade, profissionais liberais...
No DN de hoje Paula Brito escreve sobre redes sociais.
Domingo, Fevereiro 15, 2009
PROVEDORIAS, no DN, ontem
Flor Frágil é o título da crónica de Mário Bettencourt Resendes, no DN de ontem.
Quinta-feira, Fevereiro 12, 2009
INTERNET
Más de 50 expertos en medios interactivos se darán cita hoy y el viernes en el XXIII Congreso Internacional de Comunicación (CICOM) que celebra la Universidad de Navarra y que se enmarca dentro de los actos del 50 aniversario de la Facultad de Comunicación.
ver em SÓ TEXTOS
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Quarta-feira, Fevereiro 11, 2009
INTERNET
O e-comércio quente
Miguel Esteves Cardoso
Mal começou a Internet, comecei a usá-la para comprar roupa, livros, chocolates e tudo o mais que se pudesse encomendar de pijama às quatro da manhã. No entanto, devido à natureza de certas coisas, não basta clicar.
É preciso telefonar para acertar pormenores.Mal começou a Internet, comecei a usá-la para comprar roupa, livros, chocolates e tudo o mais que se pudesse encomendar de pijama às quatro da manhã. No entanto, devido à natureza de certas coisas, não basta clicar.
É preciso telefonar para acertar pormenores. Vivemos num tempo interessante de intersecção de tecnologias. O serviço que usamos inclui chamadas gratuitas para os EUA e para a Europa. Daí que esteja sempre a ligar para todo o mundo. Para a Paola e para o Maurizio - os amigáveis produtores de Parmesão da Salto Santa Maria. Ou para o Phil e a Katy de uma loja no Colorado - a Rocky Mountain, que me manda tudo o que é roupa americana.
Para comprar um anel para a minha mulher, duas simpáticas empregadas numa joalharia de Cardiff tantas perguntas fizeram e tantas experiências fizeram que conseguiram acertar no ideal. Doutra vez, um jovem casal do Tennessee, donos duma loja de artigos de cozinha, depois de me dizerem que não tinham o que eu queria - tabuleiros de gelo - deram-se ao trabalho de ir comprá-los a outro lado e mandaram-nos pelo correio, recusando-se a ser reembolsados.
Longe de refrigerar as relações comerciais, a Internet aquece-as. Como o e-comércio ainda é novidade para as empresas mais pequenas e familiares, é uma excitação falar com os novos clientes cibernéticos. Recebe-se um tratamento principesco; poupa-se dinheiro e fazem-se amigos inesperados. É aproveitar enquanto dura!
Os textos de Miguel Esteves Cardoso são exemplares. Dá gosto ler alguém que escreve como ele no tamanho adequado aos hábitos de leitura da imprensa de hoje.
Miguel Esteves Cardoso
Mal começou a Internet, comecei a usá-la para comprar roupa, livros, chocolates e tudo o mais que se pudesse encomendar de pijama às quatro da manhã. No entanto, devido à natureza de certas coisas, não basta clicar.
É preciso telefonar para acertar pormenores.Mal começou a Internet, comecei a usá-la para comprar roupa, livros, chocolates e tudo o mais que se pudesse encomendar de pijama às quatro da manhã. No entanto, devido à natureza de certas coisas, não basta clicar.
É preciso telefonar para acertar pormenores. Vivemos num tempo interessante de intersecção de tecnologias. O serviço que usamos inclui chamadas gratuitas para os EUA e para a Europa. Daí que esteja sempre a ligar para todo o mundo. Para a Paola e para o Maurizio - os amigáveis produtores de Parmesão da Salto Santa Maria. Ou para o Phil e a Katy de uma loja no Colorado - a Rocky Mountain, que me manda tudo o que é roupa americana.
Para comprar um anel para a minha mulher, duas simpáticas empregadas numa joalharia de Cardiff tantas perguntas fizeram e tantas experiências fizeram que conseguiram acertar no ideal. Doutra vez, um jovem casal do Tennessee, donos duma loja de artigos de cozinha, depois de me dizerem que não tinham o que eu queria - tabuleiros de gelo - deram-se ao trabalho de ir comprá-los a outro lado e mandaram-nos pelo correio, recusando-se a ser reembolsados.
Longe de refrigerar as relações comerciais, a Internet aquece-as. Como o e-comércio ainda é novidade para as empresas mais pequenas e familiares, é uma excitação falar com os novos clientes cibernéticos. Recebe-se um tratamento principesco; poupa-se dinheiro e fazem-se amigos inesperados. É aproveitar enquanto dura!
Os textos de Miguel Esteves Cardoso são exemplares. Dá gosto ler alguém que escreve como ele no tamanho adequado aos hábitos de leitura da imprensa de hoje.
Terça-feira, Fevereiro 10, 2009
TELEVISÃO - SERVIÇO DE SAÚDE
Hoje há serviço de saúde. Pode ver o programa da semana passada, sobre a diabetes, na RTP1, Serviço de Saúde
Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009
“PRAIAS”
“PRAIAS” EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA de
CHRISTIAN CHAIZE
De 12 de FEVEREIRO a 10 de MARÇO
INSTITUTO FRANCO-PORTUGUÊS – Avenida Luís Bívar, 91
Inauguração 12 de FEVEREIRO às 18h30
ver mais informação no
SÓ TEXTOS
CHRISTIAN CHAIZE
De 12 de FEVEREIRO a 10 de MARÇO
INSTITUTO FRANCO-PORTUGUÊS – Avenida Luís Bívar, 91
Inauguração 12 de FEVEREIRO às 18h30
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SÓ TEXTOS
RICOS SEM BENEFÍCIOS...
...entenda-se: sem benefícios fiscais...A notícia está certa, mas o título facilita...
Zurique: Ricos sem benefícios
Os eleitores de Zurique aprovaram ontem em referendo a abolição dos benefícios fiscais que são concedidos a personalidades estrangeiras muito ricas com residência neste cantão da Suíça. O resultado afecta famosos de todo o Mundo, como é o caso da cantora Tina Turner.
in Correio da Manhã
Zurique: Ricos sem benefícios
Os eleitores de Zurique aprovaram ontem em referendo a abolição dos benefícios fiscais que são concedidos a personalidades estrangeiras muito ricas com residência neste cantão da Suíça. O resultado afecta famosos de todo o Mundo, como é o caso da cantora Tina Turner.
in Correio da Manhã
Sábado, Fevereiro 07, 2009
PROVEDORIAS, no DN
A crónica de hoje do Provedor do DN utiliza um andamento musical, allegro ma non troppo, como factor explicativo da escrita jornalística.
Terça-feira, Fevereiro 03, 2009
TELEVISÃO - SERVIÇO DE SAÚDE
O que é ser diabético?
Nunca fiz um post tão pessoal, nunca fiz um post assim a propósito de um programa de televisão. A diabetes, doença crónica, justifica-o. Pelo menos, a meus olhos...
Ser diabético (tipo 2) o que é? É ser uma pessoa como qualquer outra que tenha atenção a duas coisas essenciais: comer equilibradamente e fazer exercício físico. Dois aspectos fulcrais que tenho descoberto progressivamente, nestes quase 9 anos de diabetes. Descobri em 2000 que era diabético, depois de uma visita a Roma, visita em que andei sempre com muita sede.
O exercício físico já vem de longe, mas duas pessoas foram decisivas no entendimento actual de como o fazer: o dr Nunes Diogo, cardiologista, e a dra Maria João Mendes, médica na Associação Para a Protecção dos Diabéticos de Portugal (APDP). O primeiro porque me disse que eu “deveria pôr os pés no chão!” Nesse tempo, pensava que, por fazer natação, praticava o desporto adequado. Não sabia que era vital caminhar. “Pode fazer a natação que quiser, mas precisa de caminhar.” Eu, preguiçoso caminhante, como a maior parte dos automobilistas, comecei a pôr os pés no chão. A dra Maria João Mendes, no verão do ano passado, disse-me a propósito de maus resultados no controlo da glicemia : “Você caminha?” Eu disse que caminhava sim, mas pouco. “Homem, caminhe! Vive perto de uma quinta, não é? Caminhe, homem, caminhe!” No dia seguinte tirei o pó aos ténis e lá fui caminhar 45 minutos de uma assentada. Desde então não parei. E foi um novo “25 de Abril” sem os excessos de voluntarismo ou verbais que não soubemos, então, controlar. Agora, ando a propósito de tudo e nada. E só não vendo o carro porque a piscina e o ginásio são longe e não têm transporte público em condições. Caso contrário já estaria em venda. Mas estou a “estudar” alternativas.
Na alimentação passei de bom garfo a excelente garfo. Porquê? Como mais sopa, mais legumes, menos proteínas. Tento controlar a carne vermelha, tirar gorduras. Como menos fritos. Fruta, pouca e com fibras a acompanhar. De vez em quando, mando tudo às urtigas e faço asneira. Há quem diga que o que conta é a regra, não a excepção.
Resta dizer que o “juízo” maior só veio depois de um avc que arribou a 28 de Janeiro de 2007, há dois anos. Um domingo em que comia uma feijoada à brasileira num conhecido restaurante brasileiro de Lisboa. Foi um avc sem sequelas. Ou melhor : deixou a sequela de ter mais cuidado comigo mesmo. Será que ter mais cuidado consigo mesmo, em saúde, também tem a ver com os outros?
Lisboa, 3 de Fevereiro de 2009
José Carlos Abrantes
enviado para o email do programa Serviço de Saúde (opinioes@rtp.pt)
mais tarde vim adescobrir outro email do programa:servicosaude@programas.rtp.pt
Nunca fiz um post tão pessoal, nunca fiz um post assim a propósito de um programa de televisão. A diabetes, doença crónica, justifica-o. Pelo menos, a meus olhos...
Ser diabético (tipo 2) o que é? É ser uma pessoa como qualquer outra que tenha atenção a duas coisas essenciais: comer equilibradamente e fazer exercício físico. Dois aspectos fulcrais que tenho descoberto progressivamente, nestes quase 9 anos de diabetes. Descobri em 2000 que era diabético, depois de uma visita a Roma, visita em que andei sempre com muita sede.
O exercício físico já vem de longe, mas duas pessoas foram decisivas no entendimento actual de como o fazer: o dr Nunes Diogo, cardiologista, e a dra Maria João Mendes, médica na Associação Para a Protecção dos Diabéticos de Portugal (APDP). O primeiro porque me disse que eu “deveria pôr os pés no chão!” Nesse tempo, pensava que, por fazer natação, praticava o desporto adequado. Não sabia que era vital caminhar. “Pode fazer a natação que quiser, mas precisa de caminhar.” Eu, preguiçoso caminhante, como a maior parte dos automobilistas, comecei a pôr os pés no chão. A dra Maria João Mendes, no verão do ano passado, disse-me a propósito de maus resultados no controlo da glicemia : “Você caminha?” Eu disse que caminhava sim, mas pouco. “Homem, caminhe! Vive perto de uma quinta, não é? Caminhe, homem, caminhe!” No dia seguinte tirei o pó aos ténis e lá fui caminhar 45 minutos de uma assentada. Desde então não parei. E foi um novo “25 de Abril” sem os excessos de voluntarismo ou verbais que não soubemos, então, controlar. Agora, ando a propósito de tudo e nada. E só não vendo o carro porque a piscina e o ginásio são longe e não têm transporte público em condições. Caso contrário já estaria em venda. Mas estou a “estudar” alternativas.
Na alimentação passei de bom garfo a excelente garfo. Porquê? Como mais sopa, mais legumes, menos proteínas. Tento controlar a carne vermelha, tirar gorduras. Como menos fritos. Fruta, pouca e com fibras a acompanhar. De vez em quando, mando tudo às urtigas e faço asneira. Há quem diga que o que conta é a regra, não a excepção.
Resta dizer que o “juízo” maior só veio depois de um avc que arribou a 28 de Janeiro de 2007, há dois anos. Um domingo em que comia uma feijoada à brasileira num conhecido restaurante brasileiro de Lisboa. Foi um avc sem sequelas. Ou melhor : deixou a sequela de ter mais cuidado comigo mesmo. Será que ter mais cuidado consigo mesmo, em saúde, também tem a ver com os outros?
Lisboa, 3 de Fevereiro de 2009
José Carlos Abrantes
enviado para o email do programa Serviço de Saúde (opinioes@rtp.pt)
mais tarde vim adescobrir outro email do programa:servicosaude@programas.rtp.pt










