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terça-feira, fevereiro 03, 2009

TELEVISÃO - SERVIÇO DE SAÚDE

O que é ser diabético?

Nunca fiz um post tão pessoal, nunca fiz um post assim a propósito de um programa de televisão. A diabetes, doença crónica, justifica-o. Pelo menos, a meus olhos...

Ser diabético (tipo 2) o que é? É ser uma pessoa como qualquer outra que tenha atenção a duas coisas essenciais: comer equilibradamente e fazer exercício físico. Dois aspectos fulcrais que tenho descoberto progressivamente, nestes quase 9 anos de diabetes. Descobri em 2000 que era diabético, depois de uma visita a Roma, visita em que andei sempre com muita sede.

O exercício físico já vem de longe, mas duas pessoas foram decisivas no entendimento actual de como o fazer: o dr Nunes Diogo, cardiologista, e a dra Maria João Mendes, médica na Associação Para a Protecção dos Diabéticos de Portugal (APDP). O primeiro porque me disse que eu “deveria pôr os pés no chão!” Nesse tempo, pensava que, por fazer natação, praticava o desporto adequado. Não sabia que era vital caminhar. “Pode fazer a natação que quiser, mas precisa de caminhar.” Eu, preguiçoso caminhante, como a maior parte dos automobilistas, comecei a pôr os pés no chão. A dra Maria João Mendes, no verão do ano passado, disse-me a propósito de maus resultados no controlo da glicemia : “Você caminha?” Eu disse que caminhava sim, mas pouco. “Homem, caminhe! Vive perto de uma quinta, não é? Caminhe, homem, caminhe!” No dia seguinte tirei o pó aos ténis e lá fui caminhar 45 minutos de uma assentada. Desde então não parei. E foi um novo “25 de Abril” sem os excessos de voluntarismo ou verbais que não soubemos, então, controlar. Agora, ando a propósito de tudo e nada. E só não vendo o carro porque a piscina e o ginásio são longe e não têm transporte público em condições. Caso contrário já estaria em venda. Mas estou a “estudar” alternativas.

Na alimentação passei de bom garfo a excelente garfo. Porquê? Como mais sopa, mais legumes, menos proteínas. Tento controlar a carne vermelha, tirar gorduras. Como menos fritos. Fruta, pouca e com fibras a acompanhar. De vez em quando, mando tudo às urtigas e faço asneira. Há quem diga que o que conta é a regra, não a excepção.

Resta dizer que o “juízo” maior só veio depois de um avc que arribou a 28 de Janeiro de 2007, há dois anos. Um domingo em que comia uma feijoada à brasileira num conhecido restaurante brasileiro de Lisboa. Foi um avc sem sequelas. Ou melhor : deixou a sequela de ter mais cuidado comigo mesmo. Será que ter mais cuidado consigo mesmo, em saúde, também tem a ver com os outros?

Lisboa, 3 de Fevereiro de 2009
José Carlos Abrantes


enviado para o email do programa Serviço de Saúde (opinioes@rtp.pt)

mais tarde vim adescobrir outro email do programa:servicosaude@programas.rtp.pt

2 Comments:

Blogger ana said...

gostaria d saber1coisa s m puderem esclarecer:pk e k n centro d saude ao qual eu pertenço pk e k estao a arranjar a boca a 3 pessoas k menos d65anos e muit +d15 e gravidas tb nao estao. e eu k tenh os dentes quase todos d part superior desfeitos nao m ajudam e quase nem comer consigo. c os maiores comprimentos

11:57 da tarde  
Blogger ana said...

estou muit atenta ao vosso programa mas a minh questao cotinua n ar e continua sem resposta... tb gostaria k m pudessem fornecer a morada ou numero d telefone d sitio + barato p arranjar dentes k conhecem vist terem andad a investigar p o programa de hoje. com os maiores comprimentos

12:16 da manhã  

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