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sábado, setembro 06, 2008

OS LIVROS RESISTEM num mundo de imagens

"Livraria Buchholz abre novas lojas e a primeira é no Chiado

06.09.2008, Ana Assunção

Saldos e livros antigos vão ser as novidades a apresentar aos clientes. Sá da Costa, também no Chiado, vai regressar à traça dos anos 40

Longe de fechar as portas, como há vários anos se diz estar prestes a acontecer devido a dificuldades financeiras, a livraria Buchholz da Rua Duque de Palmela, em Lisboa, vai tornar-se menos elitista e abrir novas lojas.
A segunda Buchholz será inaugurada já no mês que vem no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, na mesma altura em que ficarão prontas as obras a decorrer na livraria Sá da Costa, também no Chiado. Está prevista uma terceira livraria em Lisboa e outras no resto do país. Como centro universitário, Aveiro é uma hipótese que está a ser ponderada.
Juntamente com a editora Portugália, a Sá da Costa e a Buchholz ganharam novo fôlego com a sua transformação num novo grupo editorial e livreiro integrado na Fundação Agostinho Fernandes. Céu Guarda, a porta-voz do grupo, explica que tanto a loja da Duque de Palmela como a do Chiado vão ter, além dos livros estrangeiros especializados, saldos permanentes e livros antigos. A ideia é abrir a Buchholz a todos os públicos, tornando-a "um espaço mais apelativo" e "democratizando a venda dos livros". No Largo Rafael Bordalo Pinheiro está mesmo a ser criado um espaço infantil num pátio, "aproveitando a linha pombalina", onde os pais podem deixar os filhos. Já as obras em curso na Sá da Costa, na Rua Garrett, visam restituir ao estabelecimento a sua traça original dos anos 40.
A Buchholz da Duque de Palmela foi, nos anos 60, um espaço de tertúlia cultural e artística de Lisboa. A Portugália Editora surgiu na II Guerra pela mão de Agostinho Fernandes e ao longo dos anos teve como directores editoriais João Gaspar Simões e Jorge de Sena. Actualmente, o director editorial é Dinis Nazareth Fernandes, neto de Agostinho Fernandes.
Vão agora, nas palavras de Céu Guarda, "renascer das cinzas". Entre os autores que a Portugália Editora publicou contam-se José Gomes Ferreira, Irene Lisboa, Virgílio Ferreira, Manuel da Fonseca, Herberto Hélder, Sophia de Mello Breyner Andresen e Trindade Coelho.
Também no Chiado, na Rua da Misericórdia, a livraria da editora Guimarães, que publica Agustina Bessa-Luís, foi recentemente recuperada pelo seu novo proprietário, o ex-administrador do BCP Paulo Teixeira Pinto. com A.H."


No Público, hoje

Para quem procura os livros, eis mais uma mais valia para os passeios na Baixa.

1 Comments:

Anonymous Sacador said...

Viva, Zé Carlos!
Olha amigo (que agora já não se diz camarada), recua dez anos no tempo. Ainda ninguém tinha pensado em comprar o iate ao Roger Tapie...
(Pergunta à Paula o que é que eu acho disto.)
A única tirada deste artigo de que nós, jornalistas (os que não foram enganados, claro), nos poderemos servir no futuro para peças de actualização, é a que passo a transcrever: "Também no Chiado, na Rua da Misericórdia, a livraria da editora Guimarães, que publica Agustina Bessa-Luís, foi recentemente recuperada pelo seu novo proprietário, o ex-administrador do BCP Paulo Teixeira Pinto." Felizmente que este "Também" é mais a sério, mesmo que por hipótese possa ir caminhando para junto dos interesses do Grupo Bertelsmann.
Moral da história: o Mário acaba a dar corda aos sapatos e rapariga da kamera é realmente uma pena também estar metida nisto.

6:00 da tarde  

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