PORTUGAL SERÁ� MELHOR

  • - se a casa de Aristides de Sousa Mendes fôr reconstruída para um projecto ligado com a sua vida
  • - se houver mais locais para pôr as mãos na massa
  • - se cada um de nós Ler +
  • - se cada um de nós respeitar os passeios como lugar de trânsito dos peões, sobretudo dos que têm menos mobilidade
  • - se for mandado para as urtigas o princí­pio, muito vulgarizado: Tudo pelos amigos, nada pelos inimigos. Aos outros aplica-se a lei. É mais simples e justo se a todos se aplicar a lei.

POR UM JORNALISMO MELHOR

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quarta-feira, setembro 10, 2008

A LER, hoje

No Público

Interesses e valores
Rui Tavares

Na semana passada, em Berlim, realizou-se um debate sobre a Europa com a presença de Mário Soares, o ex-director-geral da UNESCO Federico Mayor Zaragoza e o ex-chanceler austríaco Wolfgang Schüssel, entre outros. Mas não pode haver um debate sobre a Europa que não seja também sobre os EUA, e assim foi.
Há qualquer coisa bizarra no senso comum sobre a União Europeia e os EUA.Na semana passada, em Berlim, realizou-se um debate sobre a Europa com a presença de Mário Soares, o ex-director-geral da UNESCO Federico Mayor Zaragoza e o ex-chanceler austríaco Wolfgang Schüssel, entre outros. Mas não pode haver um debate sobre a Europa que não seja também sobre os EUA, e assim foi.
Há qualquer coisa bizarra no senso comum sobre a União Europeia e os EUA. Por um lado, é comum enfatizar a União Europeia ter um interesse comum. Por outro lado, é costume dizer que a UE e os EUA têm os mesmos interesses. Isto é paradoxal: se a UE não é homogénea o bastante para ter interesses comuns, como pode a aliança ainda mais heterogénea com os EUA ter interesses comuns tão evidentes?
Mesmo à pequena escala, num país como Portugal, os nossos interesses são feitos de conflitos.(...)


Financiamento do ensino superior: contradições e desafios
Gonçalo Xufre
O poder político fez com que a única preocupação dos gestores das instituições do ensino superior seja cortar despesas. Pelo menos desde o ano de 2001 que o poder político encara as universidades e os institutos politécnicos como quase-empresas e o domínio em que actuam como quase-mercados.(...)