PORTUGAL SERÁ� MELHOR

  • - se a casa de Aristides de Sousa Mendes fôr reconstruída para um projecto ligado com a sua vida
  • - se houver mais locais para pôr as mãos na massa
  • - se cada um de nós Ler +
  • - se cada um de nós respeitar os passeios como lugar de trânsito dos peões, sobretudo dos que têm menos mobilidade
  • - se for mandado para as urtigas o princí­pio, muito vulgarizado: Tudo pelos amigos, nada pelos inimigos. Aos outros aplica-se a lei. É mais simples e justo se a todos se aplicar a lei.

POR UM JORNALISMO MELHOR

Recentes

Arquivos

Ligações


  • Get Firefox!

sábado, maio 17, 2008

Histórias do Jazz, Charlie Parker

ALVES DOS REIS, de Teixeira da Mota

Acabei ontem à tarde (19h) a leitura deste livro. Melhor indicador não pode haver: 294 páginas em dois dias.

quinta-feira, maio 15, 2008

ALVES REIS, de Teixeira da Mota



Comecei hoje a ler o livro oferecido pelo autor. Não vi a série que passou na RTP há anos. Vou verificar se o livro é fascinante, como escreveu o Público, ou apaixonante, como escreveu o DN.

HISTÓRIAS DO JAZZ

Se há mestiçagens, o jazz é uma das mais "puras". Se esta intuição é corrente, pode ser confirmada no curso Histórias do Jazz, orientado por Pedro Moreira, no Descobrir a Música, da FCG. Miles Davies, de que sou ouvinte dedicado, foi apresentado como um músico que revolucionou o jazz quatro vezes em sucessivas décadas. Muito interessante foi o retrato de Charlie Parker, um homem entre a música e as drogas duras, mas que deixou uma marca inconfundível no jazz. Musica e drogas, brancos e pretos, escravos e seres livres, arte e divertimento: mestiçagens.