- se cada um de nós respeitar os passeios como lugar de trânsito dos peões, sobretudo dos que têm menos mobilidade
- se for mandado para as urtigas o princípio, muito vulgarizado: Tudo pelos amigos, nada pelos inimigos. Aos outros aplica-se a lei. É mais simples e justo se a todos se aplicar a lei.
Lídia Jorge, com quem hoje estivemos VáVáDiando. Lídia Jorge falou da relação com o seu público que compara sempre a sua obra com as as primeiras publicações. Mas será que o público francês ou alemão o faz? Pensa a escritora no seu público em França ou na Alemanha, onde está traduzida? Lídia Jorge não se referiu à difusão que a sua obra tem tido no estrangeiro e que é apreciável.
João Mário Grilo publicou O Livro das Imagens na MinervaCoimbra, Colecção Ciências da Comunicação. Gosto do cheiro, do toque, das imagens deste livro. Algumas crónicas já li na Visão.
Fui ver na 2a feira dois documentários de José Vieira, no IFP. Interrogado sobre o interesse da RTP pelo seu trabalho, José Vieira lembrou que a Fotografia Rasgada teve os maiores apoios da televisão belga, e não da RTP nem das televisões francesas. Foi mais uma iniciativa de Dominique Chastres, conselheiro audiovisual da embaixa francesa. Um debate público que merecia ser mais alargado e participado.
excerto de O Pais aonde nunca se regressa, Documentário de José Vieira exibido no Franco Portugais. "21h: A Fotografia rasgada Documentário de José Vieira, 2001, 52'. No início dos anos 60, milhares de portugueses chegam clandestinamente a França. É o „Salto, o salto para o desconhecido, a emigração clandestina para fugir ao Portugal de Salazar. Actos de resistência e desobediência, onde alguns deixaram a vida. Por vezes, a polícia disparava sobre eles como sobre prisioneiros em fuga. Odisseias esfumadas nas memórias e recolhidas neste documento único.
22h.30 : O Pais aonde nunca se regressa, Documentário de José Vieira, 2006, 52‚. Partir, devenir, revenir, voilà le rêve de tout immigrant. Mais avec le temps, ce rêve se dilue dans le nouveau cadre de vie. Lorsque le jour du retour arrive, si il arrive un jour, une seconde rupture se crée, celle de la réadaptation au pays d‚origine, différent, transformé, et qui n‚est plus le même que celui qu‚on a quitté.
José Vieira José Vieira nasceu em Portugal. Ainda criança chegou a França nos anos 60. Nunca mais voltou a viver em Portugal e sabe que jamais o fará. O seu pai regressou há quase 25 anos. Desde 1985, José Vieira realizou uma trintena de documentários, nomeadamente para France 2, France 3 e Arte. Dedicou-se muito ao estudo da história dos emigrantes portugueses e em particular à história da sua família. Editou „Gens du Salto‰ uma caixa de DVDs reunindo 7 filmes que traçam a história do « Salto », a história de aldeias que se esvaziaram no segredo e no medo.
Projecções seguidas de debates, com Marie-Christine Volovitch-Tavarès, Carlos Casteleira e José Vieira."
Uma iniciativa a aplaudir. Demorou, mas é mercedora de todo o aplauso...
RTP incentiva jovens a criar programas de TV
Os jovens entre dez e quinze anos têm um nova possibilidade: Fazer TV. Os jovens podem produzir programas de televisão, com a duração máxima de três minutos participando assim num projecto da RTP.
Workshop 2.0 Coordenação José Luis Orihuela* Lisboa 22 de Junho 2007, Porto 23 de Junho 2007
Data: 22 de Junho de 2007 Horário: 9h30 às 17h00 Local: Lisboa
Conteúdos Programáticos:
Primeira Parte:
Introdução à Blogosfera • Conceito, estrutura e funções do blogue • Dinâmica da blogosfera • Chaves para criar e manter um blogue de êxito
Segunda parte:
Uso de meios sociais no jornalismo e na educação • Filosofia e ferramentas da Web 2.0 • Exploração e uso de recursos na internet para jornalistas e comunicadores • Exploração e uso de recursos na internet para investigação e docência
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Data: 23 de Junho de 2007 Horário: 15h00 às 19h00 Local: Porto
Conteúdos Programáticos
Introdução à Blogosfera • Conceito, estrutura e funções do blogue • Dinâmica da blogosfera • Chaves para criar e manter um blogue de êxito
DATA LIMITE PARA INSCRIÇÂO: 11 de Junho de 2007
*José Luis Orihuela Colliva é doutorado em Ciências da Informação, professor na Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra, autor do blogue eCuaderno.com e do livro "La revolución de los blogs" (La Esfera de los Libros, Madrid, 2006). Participou em conferências, cursos e workshops em mais de vinte países, é júri internacional dos prémios Best of the Blogs da Deutsche Welle, colunista na revista Tiempo ("Blogosfera") e co-autor de "Blogs. La conversación en Internet que está revolucionando medios, empresas y ciudadanos" (ESIC, Madrid, 2005) e "Comunicar para crear valor" (Eunsa, Pamplona, 2004).
[Esta ficha de inscrição deve ser enviada para: ntime.formalpress@gmail.com ou Fax: 217 576 316]
Inscrição:
0 Lisboa: € 200,00 0 Porto: € 100,00
Pagamento: - Através de cheque, à ordem de Formalpress – Publicações e Marketing, Lda (Rua Professor Alfredo de Sousa, n.º 8, Loja A * 1600-188 Lisboa) - Transferência bancária para o NIB 0033 0000 45241698512 05, Banco Millennium bcp (o comprovativo deverá ser enviado para o e-mail ou fax acima mencionados)
Condições: Número mínimo de participantes por módulo: 12 Número máximo de participantes: 20 O envio da ficha de inscrição é considerado uma inscrição válida. A não comparência no seminário, sem comunicação à entidade organizadora até 4 dias anteriores à realização do mesmo, implica o pagamento do valor da inscrição na sua totalidade. O pagamento da inscrição deve ser efectuado até 4 dias antes da data definida para a realização do curso. Caso contrário, a Formalpress reserva-se o direito de não considerar a inscrição. Inscrições após esta data só serão válidas a pronto pagamento.
Organização: UAL Formal Press José Carlos Abrantes
"RTP coloca três produções no Festival de Televisão de Monte Carlo Ana Marcela 28 de Maio de 2007
O documentário A Guerra, da autoria de Joaquim Furtado, é uma das três produções da RTP nomeadas para o Festival de Televisão de Monte Carlo. A série Nome de Código: Sintra, realizada por Jorge Paixão e Costa, e Ave Maria, episódio da série Contos de Natal realizado por João Botelho, são as duas outras produções a concurso na categoria Séries Dramáticas.
O trabalho de Joaquim Furtado concorre na categoria de Documentário de Autor. A peça, o quarto episódio de uma série de 16, aborda a Guerra Colonial do ponto de vista militar, político e social entre 1961 e 1974 e será brevemente emitida na RTP1."
"A Conferência Internacional sobre o Ensino do Português propõe-se reflectir, de forma alargada, pluridisciplinar e transversal, sobre os grandes problemas que hoje se colocam ao ensino do português e à sua aprendizagem em contexto escolar, sem esquecer naturalmente o lastro de enquadramentos pedagógicos e de orientações políticas que desde há algumas décadas o determinam. Dentre aqueles problemas merece destaque o deficiente domínio da língua que é evidenciado pelos nossos estudantes, tanto em exames nacionais como em estudos internacionais.
Esta é uma situação que, co-responsabilizando diversos agentes e resolvendo-se em diferentes níveis de intervenção, remete para o trabalho que na escola é feito. Isto sem esquecer que, embora sejam aqui acentuadas questões atinentes ao ensino da língua, ele não se isola do momento da aprendizagem, num processo de interacção que importa ter presente. Do mesmo modo, cabe ainda notar que a aprendizagem e o domínio da língua materna contribuem decisivamente para moldar a nossa memória colectiva e para definir o exercício de uma cidadania responsável e culturalmente activa.
A Conferência Internacional sobre o Ensino do Português estrutura-se sobre os seguintes princípios:
• O ensino do português é entendido como preocupação colectiva e responsabilidade primeira do Estado, no quadro de uma vivência democrática e de uma consciência cívica que a todos deve implicar;
• O ensino e a aprendizagem do português interferem fortemente nos processos de formação da personalidade, de conhecimento do mundo e de diálogo com os outros;
• O domínio do português é factor determinante de acesso a outros conhecimentos que, sendo muito mais do que restritas competências, de uma forma ou de outra dele dependem;
• O ensino do português acolhe e incorpora, em conjugação com adequadas mediações pedagógicas, os resultados da investigação científica que se desenvolve em campos do saber articulados em torno da reflexão sobre a linguagem;
• O ensino e a aprendizagem do português encerram uma forte dimensão cultural, compreendendo também um significativo potencial de elaboração estética e de afirmação da identidade de quem o usa.
É com base nestes princípios que se organiza a Conferência Internacional sobre o Ensino do Português. Ao mesmo tempo, não se ignora nem se oculta a frequência com que entre nós se desenrolam debates sobre o ensino do idioma, envolvendo diversas questões, que hão-de ser objecto de atenção da Conferência. Por isso, ela desdobrar-se-á em temas específicos, que serão objecto de conferências, de painéis de discussão, de apresentação de projectos e de explanação de práticas pedagógicas em curso. Alguns desses temas:
• Para além da literacia: a problemática da leitura
• A gramática na sala de aula
• Professor de português: que identidade?
• O português como língua de conhecimento
• O cânone no ensino do português
• O ensino do português em contexto multilingue
A Conferência Internacional sobre o Ensino do Português terá lugar em Lisboa, de 7 a 9 de Maio próximo, no Centro Cultural de Belém, apelando à participação empenhada de professores de português, de grupos de trabalho, de académicos e de agentes culturais de proveniência e de formação diversificadas. Apoiada nas orientações programáticas de uma comissão científica nomeada para esse efeito, a Conferência Internacional sobre o Ensino do Português deverá ser o ponto de partida para a formulação de um conjunto de recomendações a endossar ao poder político, já que é antes de mais a este que cabe dar ponderada atenção e equilibrado tratamento a esta que é uma verdadeira questão de Estado.
"Objectivo é reunir recomendações para expor ao Governo Professores e linguistas debatem ensino do português a partir de segunda-feira 03.05.2007 - 15h46 Lusa
As competências de leitura, a aprendizagem da gramática e os conteúdos dos manuais escolares são alguns dos temas da conferência sobre o ensino do Português, que começa na segunda-feira e que culminará com a elaboração de recomendações ao governo.
Durante três dias, cerca de 500 professores e linguistas reúnem-se no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, numa iniciativa que contará com a presença de personalidades como o escritor Mário Cláudio, o ensaísta Eduardo Lourenço, o ex-ministro da Educação Guilherme de Oliveira Martins e o comentador político José Pacheco Pereira.
"Vamos envolver na reflexão não apenas os protagonistas mais directos como os professores e os linguistas, mas também personalidades de vários sectores da vida pública, já que o ensino do Português é uma preocupação colectiva", explicou hoje Carlos Reis, reitor da Universidade Aberta e comissário da conferência, na apresentação à imprensa da iniciativa.
A presença de autores nos currículos da disciplina, as competências que devem ter os professores e o ensino do Português num contexto escolar com alunos imigrantes são outros dos temas que estarão em debate no encontro promovido pelo Ministério da Educação.
"Na sequência da conferência será elaborado um relatório com um conjunto de recomendações a apresentar ao poder político", afirmou Carlos Reis, salientando que a qualidade do ensino da língua "é uma verdadeira questão de Estado"."
19 horas, Livraria Almedina, Atrium Saldanha em Lisboa
FALAR DE IMAGENS: Comprar imagens de televisão. Com José Navarro de Andrade, director de programas estrangeiros da SIC e Teresa Paixão, RTP
DEZEMBRO, 4, 2ª feira
UM DIA A FALAR TELEVISÃO, na Universidade Nova, dia 5 de Dezembro.
FALAR DE IMAGENS: Direito à imagem. Com Adriano Miranda, fotojornalista, Francisco Teixeira da Mota, advogado Depoimento de Pedro Ornelas, jornalista.
Dia 7 de Setembro, 5a feira
FALAR DE IMAGENS: Os arquivos de televisão e de cinema. Com Ana Machado, jornalista, Estrela Serrano, investigadora e membro da ERC, Fernando Alexandre, director do Arquivo da RTP e Susana Sousa Dias, realizadora