PORTUGAL SERÁ� MELHOR

  • - se a casa de Aristides de Sousa Mendes fôr reconstruída para um projecto ligado com a sua vida
  • - se houver mais locais para pôr as mãos na massa
  • - se cada um de nós Ler +
  • - se cada um de nós respeitar os passeios como lugar de trânsito dos peões, sobretudo dos que têm menos mobilidade
  • - se for mandado para as urtigas o princí­pio, muito vulgarizado: Tudo pelos amigos, nada pelos inimigos. Aos outros aplica-se a lei. É mais simples e justo se a todos se aplicar a lei.

POR UM JORNALISMO MELHOR

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quinta-feira, junho 14, 2007

O CINEMA E NÓS

A Vida dos Outros (Leben der Anderen, Das, 2006)
de Florian Henckel von Donnersmarck

Sinopse: Em novembro de 1984, o governo da Berlim Oriental busca assegurar seu poder através de um cruel sistema de controle e vigilância sobre os cidadãos. O capitão Anton Grubitz busca ser promovido em sua carreira, com o apoio dos mais influentes círculos políticos da época, e para isso dá a um fiel agente do sistema, Gerd Wiesler, o encargo de coletar evidências contra o bem-sucedido dramaturgo Georg Dreyman e sua namorada, a atriz Christa-Maria Sieland.

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Só fui ontem, domingo, ao A Vida dos Outros. Saí de uma livraria da Alemanha de 1995 (terei feito bem as contas?) para o ar fresco dos exteriores do King. Um tempo e um espaço que é nosso, porque temos o cinema. Um cinema soberbo, diria. Falado em alemão.

No King também está Natureza Morta, de Zhang Ke, China/Hong Kong. Vi um documentario, julgo que do mesmo autor, no Indie. Achei mais interessante que o filme, mas aprecio a demarche deste criador que nos aoroxima os territórios, as geografias, as pessoas que se movem.