PORTUGAL SERÁ� MELHOR

  • - se a casa de Aristides de Sousa Mendes fôr reconstruída para um projecto ligado com a sua vida
  • - se houver mais locais para pôr as mãos na massa
  • - se cada um de nós Ler +
  • - se cada um de nós respeitar os passeios como lugar de trânsito dos peões, sobretudo dos que têm menos mobilidade
  • - se for mandado para as urtigas o princí­pio, muito vulgarizado: Tudo pelos amigos, nada pelos inimigos. Aos outros aplica-se a lei. É mais simples e justo se a todos se aplicar a lei.

POR UM JORNALISMO MELHOR

Recentes

Arquivos

Ligações


  • Get Firefox!

sábado, janeiro 27, 2007

BRASILEIRAS+PORTUGUESES-PRECONCEITOS

Segundo a página do ACIM"Gustavo Behr passou a ser, no dia 26 de Janeiro, o novo presidente da Casa do Brasil de Lisboa e promete para os próximos dois anos lutar pelos direitos dos imigrantes e mudar a imagem estereotipada da mulher brasileira em Portugal."

sexta-feira, janeiro 26, 2007

MEDECINA+ARTE+MEDIA+IMAGENS.....

Nos dias 16 e 17 de Fevereiro vão realizar-se duas iniciativas sobre imagens:

1 Pensar a imagem
Seminário no CCB La photographie: un bien public?
16 Fevereiro, 10h-13h e 14h30-17h30 (6 horas)

2 Um Dia a Falar de Imagens Médicas, no IFP.
Dias 16 e 17 de Fevereiro 2007
sexta (início às 18h 30 m) e sábado (encerramento às 18h)

Ambas as iniciativas terão a participação de Monique Sicard, investigadora do CNRS e autora do livro A Fábrica do Olhar, das Edições 70. .

Mais informação abaixo e em
www.josecarlos.abrantes.net/
ou pelo telefone 93 634 68 53

1 LA PHOTOGRAPHIE: UN BIEN PUBLIC?
Seminário no CCB La photographie: un bien public?
16 Fevereiro, 10h-13h e 14h30-17h30 (6 horas)
Sala Polivalente do Centro de Exposições
Inscrições: de 8 a 26 Janeiro 2007

Vagas: 30 Preço: € 60
Critério de selecção: Ordem de chegada

Certificado de presença emitido pelo Ministério da Cultura/Centro Cultural de Belém
Esta última acção é desenvolvida em colaboração com a Universidade Nova de Lisboa - Departamento de Comunicação e com o Professor José Carlos Abrantes.

Informações/inscrições: através dos telefones 21 361 28 00/ 21 361 28 67 ou do e-mail servico.educativo@ccb.pt

Mais informações em www.josecarlosabrantes.net/

2 Um Dia a Falar de Imagens Médicas

Dias 16 e 17 de Fevereiro 2007
sexta (início às 18h 30 m) e sábado (encerramento às 18h)
No Instituto Franco-Português, Avenida Luís Bivar, 91 Lisboa
Metro: Saldanha e Picoas
Inscrição:

Até 10 de Fevereiro 40 euros
Depois de 10 de Fevereiro 70 euros
Estudantes: 15 euros (nº limitado de inscrições)
Inscrições pelo email josecarlos.abrantes@gmail.com e telefone 936 346 853


Em Outubro, as Edições 70 publicaram o livro A Fábrica do Olhar, de Monique Sicard inserido na colecção A Construção do Olhar. A colecção pretende dar seguimento à concepção que as imagens se completam com as palavras. Uma imagem vale mil palavras, diz-se. Neste caso privilegiaremos as palavras. Esta é a razão maior para a colecção: publicar palavras sobre as imagens, os olhares, os ecrãs, os modos de as fabricar, de as ler e usar. Palavras que possam ser contributos para construir o olhar, para nos revelar modos de ver. Palavras que se ambiciona nos ajudem a não perecer num tsunami de imagens: as imagens, sem palavras e sem outras formas de apropriação e expressão, podem ter efeitos devastadores. Começámos com A Fábrica do Olhar, de Monique Sicard. Seguir-se-ão livros de Ema Sofia Leitão, Rogério Santos, João Lopes, Francisco Teixeira da Mota e Jorge Leitão Ramos, e, ainda, de Serge Tisseron.

Monique Sicard veio a Portugal para o lançamento do referido livro e participou numa iniciativa intitulada Um dia a falar de imagens, organizada em colaboração com o Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Nova e o Centro de Estudos de Comunicação e Linguagem (CECL). A iniciativa teve também o apoio do Serviço de Educação da Fundação Calouste Gulbenkian. No dia 16 de Fevereiro, Monique Sicard voltará ao nosso país para orientar o seminário La photographie: Un bien public? que terá lugar no Centro Cultural de Belém. No dia seguinte, sábado, estará também presente numa iniciativa intitulada Um dia a falar de imagens médicas. Especialistas e profissionais conceituados reflectirão sobre as imagens que diagnosticam a nossa saúde e a nossa doença. Noutros tempos os médicos afiançavam ao doente, talvez com fundamentos escassos mas depois da realização de observações directas, "não tem nada". Hoje dizem "não vejo nada", deixando subentendido, ou claramente afirmado, que outra imagem, de outro tipo, possa gerar diferentes diagnósticos. Por outro lado, quando o corpo precisa de alguma intervenção, a cirurgia socorre-se de ecrãs e de câmaras, tornando os actos cirúrgicos mais precisos. A televisão aproveita o acto médico para nos descrever a profissão médica, as doenças, a vida hospitalar. Os artistas aproveitam a singularidade de certas imagens para delas fazerem obras de arte, expostas em galerias. Nós próprios, muito preocupados com a imagem do nosso corpo, oscilamos entre os pavores da obesidade e da anorexia, tentando manter equílibrios que se rompem com o estilo de vida e os hábitos.

Vamos dedicar um dia a reflectir sobre o mundo das imagens médicas e sobre as relações que a medicina, os médicos e os cidadãos com elas estabelecem.

Um Dia a Falar de Imagens Médicas

Dia 16 de Fevereiro, no Institut Franco Portugais
Avenida Luís Bívar, 91
Lisboa


18h 30m Abertura com entidades organizadoras e de acolhimento
Laure Bourdarot, Directora do Institut Franco-Portugais

Nota de abertura
José Carlos Abrantes

O médico e as imagens
João Lobo Antunes, director do Serviço de Neurocirurgia/Hospital de Santa Maria


21h LogoExisto, documentário de Graça Castanheira com a presença da realizadora
A realizadora e o filme serão apresentados por José Carlos Abrantes. Seguir-se-á um debate.


Dia 17 de Fevereiro, no Institut Franco Portugais

10h Presidente/moderador Dominique Chastres,
conselheiro audiovisual da Embaixada Francesa
As imagens médicas vistas por Monique Sicard, investigadora e ensaísta

11h Intervalo

11h 15 As imagens médicas vistas do lado da prática médica, do ensino e da investigação
Moderadora Carla Rodrigues Cardoso, professora na Universidade Lusófona
José Manuel Reis Santos, médico urologista no British Hospital e professor na Universidade Católica
Mário Andrea, director do Serviço de Ortorrinolaringologia do Hospital de Sta Maria
Margarida Pereira, médica radiologista no Centro de Senologia de Lisboa

14h 15 As imagens médicas vistas do lado da investigação médica e da arte
Moderador Marise Francisco, Serviço Educativo do Centro Cultural de Belém
Manuel Valente Alves, médico e artista plástico, director do Museu de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
Maria do Carmo Seren, historiadora


15h 45 Intervalo

16h As imagens médicas vistas do lado da apropriação pelos cidadãos e pelos media
Moderador Paulo Filipe Monteiro, professor na Universidade Nova
Eduardo Cintra Torres, professor na Universidade Católica e colunista do Público
Eduardo Prado Coelho, professor na Universidade Nova, colunista no Público
José Bragança de Miranda, professor na Universidade Nova
Regina Marques, Escola Superior de Educação de Setúbal, doutoranda no domínio da retórica da imagem
Mário Ferreira, médico, Hospital da Luz

18h Encerramento
Paulo Filipe Monteiro

Organização de José Carlos Abrantes em colaboração com o Serviço de Neurocirurgia do Hospital de Santa Maria, o Institut Franco-Portugais e Edições 70.


Mais informações aqui

terça-feira, janeiro 23, 2007

Na próxima 5a feira, Janeiro 25

FNAC Sta Catarina PORTO
Apresentação dos livros
Televisão: Das Audiências aos Públicos, José Carlos Abrantes e Daniel Dayan (orgs)
Ecrãs em Mudança, José Carlos Abrantes (org)
A Construção do Olhar, José Carlos Abrantes (org)

por
Joaquim Azevedo, Presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa e Director do Instituto de Educação
Manuel António Pina, Jornalista, escritor
Felisbela Lopes, Professora da Universidade do Minho e Directora do curso de Ciências da Comunicação.

No dia 25 de Janeiro de 2007, às 18h 30
FNAC Rua de Sta Catarina - Porto

FNAC, Livros Horizonte, Centro de Investigação Media e Jornalismo (CIMJ).

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Na página 24, do Público de ontem, 3a feira

três mestiçagens:

Morreu a agente alemã da literatura lusófona
Helena Ferro de Gouveia Bona
Ray-Güde Mertin (1943-2007) foi responsável pela afirmação da literatura em língua portugesa na Alemanha. Lobo Antunes, Saramago, Agustina e Agualusa são alguns dos seus devedores

Mesquitela Lima (1929-2007) O antropólogo que começou como funcionário colonial
Isabel Salema
Mesquitela Lima fundou o primeiro Departamento de Antropologia em Portugal no pós-25 de Abril

Amadeo teve mais de 100 mil visitantes
Número final: 100.117. Segundo a Fundação Calouste Gulbenkian, a exposição de Amadeo de Souza-Cardoso ultrapassou os 100 mil visitantes, tornando-se na quarta mais vista em Portugal. Cobrindo todo o período de actividade do artista (1907-1918), a mostra teve em dois meses mais visitantes que Andy Warhol em Serralves, aproximando-se do recorde da exposição de Paula Rego, que esteve três meses também em Serralves e teve 157 mil entradas.

Considero que a exposição de Amadeo foi também o sucesso de uma concepção que integrou obras de muitos artistas de renome que se cruzaram, de forma mais ou menos directa, com Amadeo. Isso não diminui Amadeo, antes o contextualizou e enriqueceu.

sexta-feira, janeiro 12, 2007

IMAGENS+MEDICINA+ARTE+SOCIOLOGIA
+MEDIA+ HISTÓRIA+ .... vc


UM DIA A FALAR DE IMAGENS MÉDICAS

Dias 16 e 17 de Fevereiro 2007

sexta (início às 18h 30 m)
e sábado (encerramento às 18h)
No Instituto Franco-Português, Avenida Luís Bivar, 91 Lisboa
Metro: Saldanha e Picoas

Inscrição: Até 10 de Fevereiro 40 euros
Depois de 10 de Fevereiro 70 euros
Estudantes: 15 euros (nº limitado de inscrições)
Inscrições
e-mail josecarlos.abrantes@gmail.com
telefone 936 346 853



Em Outubro, as Edições 70 publicaram o livro A Fábrica do Olhar, de Monique Sicard inserido na colecção A Construção do Olhar. A colecção pretende dar seguimento à concepção que as imagens se completam com as palavras. Uma imagem vale mil palavras, diz-se. Neste caso privilegiaremos as palavras. Esta é a razão maior para a colecção: publicar palavras sobre as imagens, os olhares, os ecrãs, os modos de as fabricar, de as ler e usar. Palavras que possam ser contributos para construir o olhar, para nos revelar modos de ver. Palavras que se ambiciona nos ajudem a não perecer num tsunami de imagens: as imagens, sem palavras e sem outras formas de apropriação e expressão, podem ter efeitos devastadores. Começámos com A Fábrica do Olhar, de Monique Sicard. Seguir-se-ão livros de Ema Sofia Leitão, Rogério Santos, João Lopes, Francisco Teixeira da Mota e Jorge Leitão Ramos, e, ainda, de Serge Tisseron.

Monique Sicard veio a Portugal para o lançamento do referido livro e participou numa iniciativa intitulada Um dia a falar de imagens, organizada em colaboração com o Departamento de Comunicação da Universidade Nova e o Centro de Estudos de Comunicação e Linguagem (CECL). A iniciativa teve também o apoio do Serviço de Educação da Fundação Calouste Gulbenkian. No dia 16 de Fevereiro, Monique Sicard voltará ao nosso país para orientar o seminário La photographie: Un bien public? que terá lugar no Centro Cultural de Belém. No dia seguinte, sábado, estará também presente numa iniciativa intitulada Um dia a falar de imagens médicas. Especialistas e profissionais conceituados reflectirão sobre as imagens que diagnosticam a nossa saúde e a nossa doença. Noutros tempos os médicos afiançavam ao doente, talvez com fundamentos escassos mas depois da realização de observações directas, "não tem nada". Hoje dizem "não vejo nada", deixando subentendido, ou claramente afirmado, que outra imagem, de outro tipo, possa gerar diferentes diagnósticos. Por outro lado, quando o corpo precisa de alguma intervenção, a cirurgia socorre-se de ecrãs e de câmaras, tornando os actos cirúrgicos mais precisos. A televisão aproveita o acto médico para nos descrever a profissão médica, as doenças, a vida hospitalar. Os artistas aproveitam a singularidade de certas imagens para delas fazerem obras de arte, expostas em galerias. Nós próprios, muito preocupados com a imagem do nosso corpo, oscilamos entre os pavores da obesidade e da anorexia, tentando manter equílibrios que se rompem com o estilo de vida e os hábitos.

Vamos dedicar um dia a reflectir sobre o mundo das imagens médicas e sobre as relações que a medicina, os médicos e os cidadãos com elas estabelecem.

Um Dia a Falar de Imagens Médicas

Dia 16 de Fevereiro, no Institut Franco Portugais
Avenida Luís Bívar, 91
Lisboa


18h 30m Abertura com entidades organizadoras e de acolhimento
Laure Bourdarot,
Directora do Institut Franco-Portugais

Nota de abertura
José Carlos Abrantes

O médico e as imagens
João Lobo Antunes,
director do Serviço de Neurocirurgia/Hospital de Santa Maria


21h LogoExisto, documentário de Graça Castanheira
com a presença da realizadora

A realizadora e o filme serão apresentados por José Carlos Abrantes


Dia 17 de Fevereiro, no Institut Franco Portugais

10h Presidente/moderador Dominique Chastres,
conselheiro audiovisual da Embaixada Francesa
As imagens médicas vistas por Monique Sicard,
investigadora e ensaísta

11h Intervalo

11h 15 As imagens médicas vistas do lado da prática médica, do ensino e da investigação
Moderadora Carla Rodrigues Cardoso, professora na Universidade Lusófona
José Manuel Reis Santos,
médico urologista no British Hospital
e professor na Universidade Católica

Mário Andrea,
director do Serviço de Ortorrinolaringologia do Hospital de Sta Maria
Regina Marques,
Escola Superior de Educação de Setúbal,
doutoranda no domínio da retórica da imagem



14h 15 As imagens médicas vistas do lado da investigação médica e da arte
Moderador Marise Francisco,
Serviço Educativo do Centro Cultural de Belém
Manuel Valente Alves,
médico e artista plástico, director do Museu de Medicina
Maria do Carmo Seren, historiadora


15h 45 Intervalo

16h As imagens médicas vistas do lado da apropriação pelos cidadãos e pelos media
Moderador Paulo Filipe Monteiro,
professor na Universidade Nova

Eduardo Cintra Torres,
professor na Universidade Católica e colunista do Público

Eduardo Prado Coelho,
professor na Universidade Nova, colunista no Público

José Bragança de Miranda,
professor na Universidade Nova

Margarida Pereira,
médica radiologista

Mário Ferreira,
médico, Hospital da Luz


18h Encerramento
Paulo Filipe Monteiro

Organização de José Carlos Abrantes em colaboração com o Serviço de Neurocirurgia do Hospital de Santa Maria, o Institut Franco-Portugais e Edições 70.

Mais informações aqui

quarta-feira, janeiro 10, 2007

FRANCIS OBIKWELU e JOSÉ MOURINHO

Ver o post de hoje em 1001 Razões para Gostar de Portugal

O primeiro nasceu na Nigéria, agora é português. O segundo, nasceu em Setubal e agora trabalha em Inglaterra e é reconhecido no mundo.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

MILES DAVIES +JOHN COLTRANE

domingo, janeiro 07, 2007

FOTOGRAFIA, FILOSOFIA E JARDINAGEM

Ver o post de hoje em 1001 Razões para Gostar de Portugal

quarta-feira, janeiro 03, 2007

CARREIRA DA ÍNDIA

Leonel Vicente, autor do Memória Virtual, criou um novo blogue. Eis como o define:

Carreira da Índia” foi a designação atribuída à ligação marítima entre Lisboa e os portos da Índia (Cochim e Goa), a qual – após a viagem precursora de Vasco da Gama em 1497/1498 – perdurou durante mais de três séculos (até à centúria de 1800), constituindo-se na maior e mais prolongada rota de navegação à vela.

A pretexto desta extraordinária rota veleira – exclusivo português durante cerca de 100 anos, até à primeira expedição neerlandesa de 1595 –, o blogue Carreira da Índia pretende “reviver” um pouco da História dos Descobrimentos, a par da recuperação de algumas páginas da chamada “Literatura de Viagens”.

Procurando assegurar a regularidade requerida numa empreitada desta natureza, por aqui me proponho ir apresentando notas de enquadramento e sobre os antecedentes da grande epopeia marítima dos Descobrimentos, em paralelo com o desfilar dos protagonistas da História e da relação das viagens à Índia efectuadas até meados do século XVI (1547).

E, “dando a palavra aos heróis” dessa esplêndida aventura, excertos dos seus “Diários de Viagem” (Roteiros e Diários de Bordo), procurando beneficiar também da vertente diarística facultada pelo formato de publicação “blogue”:

- desde o “Roteiro da Índia” (ou “Roteiro da Viagem que em Descobrimento da Índia pelo Cabo da Boa Esperança fez D. Vasco da Gama em 1497”), diário de bordo da viagem inaugural, atribuído a Álvaro Velho (tripulante dessa comitiva), publicado em 1838;

- passando pela famosa “Carta a D. Manuel sobre o Descobrimento do Brasil”, de Pêro Vaz de Caminha, relatando o “achamento” do Brasil, em 1500;

- ou pelo relato de uma das últimas viagens do século XVI, no centenário da expedição pioneira, numa narrativa do que alcançou o lugar de piloto-mor do Reino, Gaspar Ferreira Reimão (“Diário da navegação da Nau São Martinho, em viagem para a Índia, no ano de 1597”).

Sem esquecer a referência a outros autores – também “testemunhas oculares”, na generalidade –, e com espaço para, “abrindo horizontes”, para além da estrita “Carreira da Índia”, viajar até ao Médio e Extremo Oriente, África Oriental e Ásia Central, nomeadamente com:

- Gomes Eanes de Zurara (“Crónica da Guiné”, de 1453);

- Duarte Pacheco Pereira (numa descrição factual da exploração da costa africana pelos navegadores portugueses, em “O Esmeraldo de Situ Orbis”, alegadamente escrito entre 1505 e 1508);

- Gil Vicente, considerado o “pai do teatro” em Portugal, com o “Auto da Índia”, de 1509;

- Frei Tomé Pires (sobre o Reino da Pérsia, em “Suma Oriental”, um “tratado” de geografia, escrito entre 1511 e 1516);

- D. João de Castro (“O Roteiro do Mar Roxo”, ou “Roteiro que fez Dom Joam de Castro da Viagem que Fezeram os portugueses Desda India atee Soez”, de 1540, incluindo diversas tábuas e esboços topográficos, ilustrando as descrições geográficas do texto);

- Padre Francisco Álvares (As Terras do Preste João, na “Verdadeira Informação do Preste João das Índias”, de 1540);

- João de Barros (considerado o primeiro grande historiador português, nas “Décadas da Ásia”, publicadas em 1552, 1553 e 1563);

- António Tenreiro (relatando uma viagem da Índia para Portugal, feita por terra em 1529, num texto escrito em 1560: “Itinerário”);

- Frei Gaspar da Cruz (o “Império do Meio”, no “Tratado das Cousas da China”, cerca de 1570):

- Luís de Fróis (sobre o Japão, em “Contradições dos Costumes entre a Gente da Europa e a Província Japão”, de 1585);

- Padre António de Andrade (“O Novo Descobrimento do Gram Cathayo, ou Reino do Tibet”, de 1626);

- Fernão Mendes Pinto (escrevendo com base nas suas aventuras e desventuras no Oriente, de 1537 a 1558, em “A Peregrinação”, o livro de viagens mais famoso da literatura portuguesa, publicado em 1614, mas escrito por volta de 1570);

- Luís de Camões e o poema épico por excelência, “Os Lusíadas”.

Convido-o a acompanhar-me nestas deslumbrantes viagens!