PORTUGAL SERÁ� MELHOR

  • - se a casa de Aristides de Sousa Mendes fôr reconstruída para um projecto ligado com a sua vida
  • - se houver mais locais para pôr as mãos na massa
  • - se cada um de nós Ler +
  • - se cada um de nós respeitar os passeios como lugar de trânsito dos peões, sobretudo dos que têm menos mobilidade
  • - se for mandado para as urtigas o princí­pio, muito vulgarizado: Tudo pelos amigos, nada pelos inimigos. Aos outros aplica-se a lei. É mais simples e justo se a todos se aplicar a lei.

POR UM JORNALISMO MELHOR

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domingo, dezembro 31, 2006

BOM 2007

quinta-feira, dezembro 28, 2006

Ano Novo, VIDA NOVA

Vamos voltar aos blogues na Almedina

Sempre às 19h, sempre na Livraria Almedina do Atrium Saldanha, em Lisboa

Falar de Blogues Temáticos (7)
Março 15, 4ª feira
Estado Civil , Pedro Mexia
Foram-se os Anéis , José Nunes
Memória Virtual , Leonel Vicente
Não Apaguem a Memória , Daniel Melo
Uma das vocações dos blogues é a de poderem desenvolver um tema e darem um contributo específico, muitas vezes personalizado. A variedade temática é uma das riquezas da blogosfera.

Falar de Blogues na Educação (8)
Abril 19, 5ª feira
Geografismos , Luís Palma/ Escola Secundária Severim de Faria, Évora
Inquietações Pedagógicas , Maria Emília Brederode e Ana Maria Bettencourt, Noesis e Escola Superior de Educação de Setúbal
Taçbei , Isabel Lopes e Carla Feitor/ Centro de Educação Infantil de Vila Franca de Xira
Um dos sectores onde os blogues podem ser muito úteis e influentes é o da educação. Alunos, professores, pais, investigadores e técnicos têm à disposição um utensílio de influência e de expressão. A expressão é uma das traves mestras da formação na escola.

Falar de Blogues com cronistas (9)
Maio 17, 5ª feira
Abrupto , José Pacheco Pereira,
Bicho Carpinteiro , José Medeiros Ferreira,
Bomba Inteligente , Carla Quevedo
Glória Fácil , Fernanda Câncio
Há cronistas que têm blogues. Porquê? O que acrescenta o blogue à crónica na imprensa e ao comentário na televisão?

Falar de Blogues com José Luís Orihuela (10)
Junho 22, 6º feira
Professor na Universidade de Pamplona tem corrido o mundo a falar de blogues e a formar especialistas e não especialistas na Web 2. Em 2006 publicou La revolución de los blogs, editado pela La Esfera de los Libros de Madrid. Está incluído no International Who´s Who of Professionals desde 1999.

Organização: José Carlos Abrantes e Livraria Almedina

quarta-feira, dezembro 27, 2006

MESTIÇAGENS: sons diversos

Joan Sutherland e Marilyn Horne - La Barcarolle - Offenbach

sexta-feira, dezembro 15, 2006

NOVA CIDADANIA

Recebi este convite

CONVITE

ENCONTROS DOS JERÓNIMOS
Estado Garantia: o Estado Social do séc. XXI?
Data: 16 de Dezembro de 06
Local: Refeitório do Mosteiro dos Jerónimos
Programa:
09:30 Recepção e registo
10:00 Abertura

Estado Garantia: O Estado Social do Século XXI?
Fernando Adão da Fonseca
João Carlos Espada
João Cardoso Rosas
José Carlos Vieira de Andrade
José Gomes Canotilho
D. Manuel Clemente

13:00 Encerramento
Informações e Inscrições:
Tel. 213879131
E-mail: novacidadania@gmail.com

Uma iniciativa da Revista Nova Cidadania
Revista Nova Cidadania / fundação oliveira martins
Rua Rodrigo da Fonseca 17, 1º
1250-189 Lisboa
Tel. 213879131 Fax. 213859897
E-mail: novacidadania@gmail.com

a que respondi...

Vivam

Uma iniciativa interessante e com pessoas inquestionáveis num lugar apetecível. Mas será que não poderiam ter convidado tb uma mulher? Ou a Nova Cidadania tem a ver só com o sexo masculino?

Cordialmente

José Carlos Abrantes

josecarlos.abrantes@gmail.com

site: www.josecarlosabrantes.net

quarta-feira, dezembro 13, 2006

DANIEL BAREMBOIM

"É tudo uma grande mistura" foram as palavras finais de Daniel Baremboim em resposta a Ana Sousa Dias sobre a sua nacionalidade. Mas a viagem com o pianista (maestro), falou do ensaio (do concerto), do tango (e da musica classica), de Israel (e da Paestina). É tudo uma grande mistura. Felizmente.

JOVENS

Jovens Escritores 2006



que terá lugar no próximo dia 15 de Dezembro, pelas 19h30, no
Clube Português de Artes e Ideias
Largo Rafael Bordalo Pinheiro, 29 – 2º (Chiado)



Pelo quarto ano consecutivo, a editora 101 Noites e o Clube Português de Artes e Ideias voltam a associar-se para lançarem mais um título da colecção Poiesis.

Jovens Escritores 2006 reúne os vencedores do conhecido concurso promovido pelo Clube Português de Artes e Ideias, na área da literatura.

Trata-se de uma antologia de ficção e poesia contemporânea de jovens escritores, uns com obra já publicada, outros ainda não.

Alexandra Pereira, Inês Vinagre, Jorge Vaz Nande, Miguel Marques, Nuno Marques, Sofia Afonso Ferreira, Tiago Videira e Vanessa Muscolino são as oito vozes singulares da novíssima literatura portuguesa.

Com esta colecção, o Clube Português de Artes e Ideias e a Editora 101 Noites apostam na divulgação de novos e promissores autores que representam as mais recentes tendências literárias.

domingo, dezembro 10, 2006

PROXIMIDADES Anne Sofie von Otter

sábado, dezembro 09, 2006

OS COMBOIOS (e aeroportos..) QUE VAMOS TER

No Só Textos está mais uma carta de António Brotas.

NÃO APAGUEM A MEMÓRIA

No Expresso saído no dia 8, foi publicado este artigo de José Pedro Castanheira, que assinala algum distanciamento do PCP em relação a esta cerimónia.

"Movimento "Não Apaguem a Memória!" PCP ausente da cerimónia no Tribunal Plenário
José Pedro Castanheira

Cerimónia promovida pelo movimento cívico reuniu algumas centenas de pessoas
de vários quadrantes políticos e figuras do Esatdo democrático.
O movimento "Não Apaguem a Memória!" nasceu por causa de uma polémica com o edifício sede da PIDE/DGS, na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa quinta-feira, 07 DEZ 06

O PCP recusou o convite que lhe foi endereçado para estar presente na cerimónia que quarta-feira teve lugar na sala do antigo Tribunal Plenário da Boa-Hora, em Lisboa, onde foram julgados e condenados numerosos democratas que se opunham à ditadura de Salazar e Caetano. À cerimónia, promovida pelo movimento cívico "Não Apaguem a Memória!", acorreram algumas centenas de pessoas de vários quadrantes políticos, que encheram por completo aquela sala, onde hoje funciona a 6º Vara Criminal do Tribunal da Boa-Hora. Também o Estado democrático esteve presente a alto nível, através do presidente do Tribunal Constitucional, Artur Maurício, e do Ministro da Justiça, Alberto Costa, enquanto o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, enviou uma mensagem, o mesmo acontecendo com o ex-presidente Mário Soares. Presentes ainda deputados do PS e do Bloco de Esquerda.

Muito notada foi a ausência de qualquer dirigente ou deputado do PCP, que assim confirmou o seu distanciamento em relação a este movimento cívico, que congrega um leque muito amplo e plural de correntes anti-fascistas. Mas se a direcção do partido se alheou da iniciativa, o mesmo não aconteceu com algum militantes, como o historiador António Borges Coelho, que aliás usou da palavra, e com numerosos dissidentes comunistas, como Raimundo Narciso.
Presentes ainda alguns militares habitualmente conotados com os comunistas, como o almirante Martins Guerreiro e o coronel Duran Clemente.
A cerimónia teve início com o descerrar de uma lápide no átrio da sala, gesto em que participaram dois ex-presos políticos, o socialista Edmundo Pedro e o católico Nuno Teotónio Pereira. "Aqui funcionou o "Tribunal Plenário", onde entre 1945 e 1974 - período da ditadura - foram condenados inúmeros adversários do regime (...) A justiça e os direitos humanos não
foram dignificados", lê-se na lápide. António Borges Coelho lembrou que aquele tribunal, inteiramente dominado pela Pide/DGS, "condenava as vítimas a anos e anos de prisão, a que acrescentava as medidas de segurança de seis meses a três anos, renováveis tantas vezes quantas a polícia política decidisse com a dócil assinatura" dos juizes.

Muito emocionada foi a intervenção de Macaísta Malheiros, que, enquanto advogado, defendeu numerosos presos políticos naquela mesma sala. Agora magistrado, Malheiros evocou "as centenas de réus que por aqui passaram", entre os quais mencionou militares, comunistas, católicos, camponeses, estudantes. Neste seu elenco ficaram de fora presos de outros quadrantes, como socialistas e republicanos, sociais-democratas e anarquistas. Citou longamente a descrição daquele tribunal plenário feita por Aquilino Ribeiro, em "Quando os Lobos Uivam". Muito aplaudida foi a crítica implícita ao comportamento de alguns juizes na actualidade.

Em nome dos promotores falou Cláudia Castelo, para frisar que esta foi "a primeira concretização pública dos objectivos do movimento". Outros objectivos são a "dignificação de locais simbólicos da repressão", com destaque para as cadeias do Aljube, Peniche e Caxias, do campo de concentração do Tarrafal e da sede da PIDE/DGS. Foi por causa deste edifício, na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa, que nasceu o movimento "Não Apaguem a Memória!", na sequência de um protesto realizado há pouco mais de um ano contra a transformação daquele imóvel de má memória num condomínio fechado. "


Também a Professora Ana Prata no blogue De dentro do exterior se demarca das críticas de José Pacheco Pereira.

quinta-feira, dezembro 07, 2006

NÃO APAGUEM A MEMÓRIA

Hoje, no Público, José Pacheco Pereira escreve sobre o movimento Não Apaguem a Memória. E levanta algumas questões interessantes sobre o movimento. Uma delas refere-se ao comportamento deste sobre os arquivos do PCP:

"Veja-se o caso do PCP, um partido que de há muito considera esta "memória", que o movimento cívico Não Apaguem a Memória! quer preservar, como sua propriedade privada. Acaso não era suposto o movimento dizer alguma coisa sobre a política do PCP de fechar os seus arquivos e apenas divulgar documentos escolhidos a dedo para não ferir uma história tão "oficiosa" como falsa?"


Há depois a memória dos homens:
"Não se exige ao Não Apaguem a Memória! que faça a história da oposição, mas sim que dê dos homens que resistiram à ditadura um retrato mais fiel à sua acção e não os reduza aos fotomatons propagandísticos em que muitas das suas vidas se tornaram. O "apagar da memória" não se fez só transformando a sede da PIDE num condomínio, mas faz-se todos os dias quando homens como Vasco de Carvalho, José de Sousa, Pável, Fogaça, Piteira Santos, Manuel Domingues, Álvaro Duque da Fonseca, Galvão, Manuel Sertório, Cunha Leal e muitos, muitos outros, vivam num limbo do esquecimento ou presos na caixinha da parte da sua vida que é considerada politicamente correcta."


Por outro lado há um trabalho que não deveria ser residual, mas parece que é...
"Por outro lado, a tendência destes movimentos cívicos para se assumirem com um papel puramente reivindicativo aos "poderes públicos" leva-os a ter uma acção residual no trabalho que poderiam realizar de defenderem eles próprios a "memória" favorecendo edições, recolhendo memórias, preservando documentos e testemunhos que de outro modo se vão perder."


Há ainda os locais a preservar:
"E mesmo essa salvaguarda patrimonial será difícil se não se concentrar numa aproximação museológica consistente para a qual apenas o Forte de Peniche me parece ter condições de exequibilidade."


Em minha opinião, este Forte é símbolo de uma resistência muito semelhante à do Aljube, Tribunal Planário, sedes da Pide, etc. Há outras tão ou mais importantes e que também deveriam ser pólos dessa memória e pólos com possibilidade de uma difusão mais mais universal. É o caso da casa de Aristides de Sousa Mendes, em Cabanas de Viriato, que só a falta de visão, não transforma num pólo de memória com visibilidade...em todo o mundo. A memória tem muitos locais, por mais importante que seja - e foi - o Forte de Peniche. Mas a memória é múltipla, diversa, plural, feita por muitas lutas, muito diferenciadas. Algumas não terãos sido políticamente correctas.

No blogue do Movimento, às 23h 30 de 5a feira, não há qualquer referência ao artigo de José Pacheco Pereira. Já anteriormente um artigo de Vasco Pulido Valente não foi citado no blogue. Não entendo este apagamento de memória na discussão pública.

Pelas mesmas razões considero ser muito importante serem assinalados os lugares dessa memória, como aconteceu com a lápide que foi colocada no Tribunal da Boa Hora.

domingo, dezembro 03, 2006

UM DIA A FALAR DE TELEVISÃO, dia 4 de Dezembro

HOJE


No Auditório 1 (Edifício B - Torre), Universidade Nova, Avenida de Berna, 26-C, Lisboa
PROGRAMA
10h Abertura
Presidida por João Sáàgua
Director da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
Nota de abertura por José Carlos Abrantes

Daniel Dayan
Foto de Kyle Cassidy







Conferência:
La theorie des images dans les nouvelles et la notion de “monstration“ Por Daniel Dayan





11h Intervalo

11h 15
José Pacheco Pereira apresenta o livro
Televisão: Das audiências aos públicos,
Lisboa, Livros Horizonte/CIMJ, 2006











13h Almoço

14h 30 m
Como se tem avançado no conhecimento dos públicos em Portugal?
Os estudos de audiência
Moderador Rogério Santos, Universidade Católica
Luís Queirós, Marktest
Os estudos qualitativos
Cristina Ponte, Universidade Nova

16h Apresentação do livro de Francisco Rui Cádima,
A Televisão 'Light' Rumo ao Digital, editado pela Media XXI. A apresentação será feita por Manuel Maria Carrilho.

16h 45 Intervalo

17h O documentário tem público na Culturgest. E na televisão?
Moderador José Carlos Abrantes
Inês de Medeiros, com visionamento de excertos do seu último filme.
Jorge Wemans, director de a :2

18h 30m Encerramento e breve síntese por Jorge Listopad

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O que é o livro
Televisão: Das Audiências aos Públicos
Abrantes, J.C. e Dayan, D. (orgs), Televisão: Das Audiências aos Públicos, Lisboa, Livros Horizonte/CIMJ, 2006.
O livro teve apoio da Fundação Calouste Gulbenkian

Este livro tem contributos de Carlos Fogaça, Daniel Dayan, Dominique Mehl, Eduardo Cintra Torres, Eliseo Veron, Guillaume Soulez, Jean Pierre Esquenazi, John Fiske, José Carlos Abrantes, Jostein Gripsrud, Sabine Chalvon e Todd Gitlin. O livro inclui também uma síntese elaborada por Felisbela Lopes a partir de contributos de António José da Silva, Isabel Ventura, José Jorge Barreiros e Tito Cardoso e Cunha
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“As palavras são como as cerejas: eis um ditado popular que explica bem esta obra. De facto, Televisão: das audiências aos públicos tem origem num colóquio organizado pelo Centro de Investigação Media e Jornalismo, na Fundação Calouste Gulbenkian. Aí, Daniel Dayan fez uma intervenção em que se referiu aos públicos de televisão. Na altura questionei o conferencista. A resposta, aludindo à necessidade de criar tipologias de públicos, levou-me a planear e concretizar, em colaboração com este investigador, um outro momento de palavra, um curso da Arrábida.”
José Carlos Abrantes (Org)
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“Este texto é sobre o produto social da atenção partilhada e sobre as diferentes entidades colectivas (“personae fictae”) que emergem quando essa atenção se realiza pela reacção e resposta. A nossa tarefa vai consistir em olhar de perto as várias “personae fictae” envolvidas na recepção da televisão. A distinção chave vai ser entre públicos e audiências ou, mais exactamente, entre os vários públicos e os diferentes tipos de audiências. “

Daniel Dayan (Org.)

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O que é o livro A Televisão 'Light' Rumo ao Digital

Rui Cádima, A Televisão 'Light' Rumo ao Digital, editado pela Media XXI
Uma reflexão em torno do tema da qualidade dos conteúdos televisivos e da sua importância para a Cidadania; pensar a importância social e cultural da televisão num momento estratégico em que se estrutura a migração da televisão analógica para as novas possibilidades de oferta que o digital traz. Capítulos: Televisão ‘light’; Televisão e qualidade; Ambientes digitais; A Migração da Televisão para o Digital; Que regulação para o Audiovisual?


ver mais informação aqui.