PORTUGAL SERÁ� MELHOR

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  • - se houver mais locais para pôr as mãos na massa
  • - se cada um de nós Ler +
  • - se cada um de nós respeitar os passeios como lugar de trânsito dos peões, sobretudo dos que têm menos mobilidade
  • - se for mandado para as urtigas o princí­pio, muito vulgarizado: Tudo pelos amigos, nada pelos inimigos. Aos outros aplica-se a lei. É mais simples e justo se a todos se aplicar a lei.

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domingo, outubro 01, 2006

O JORNALISMO E NÓS Jornalismo económico

Hoje, no Público, Francisco Teixeira da Mota dá um interessante contributo para a questão levantada pela cobertura da iniciativa "Compromisso Portugal" e posterior reacção do Jornal de Negócios.

"Esta tomada de posição cívica é, evidentemente, uma coisa rara no nosso país e tinha a direcção do Jornal de Negócios toda a razão em afirmar que a mesma era "um sinal de maioridade democrática". Mas, comprovando que, no nosso país, a "aldeia global" é muito aldeia e pouco global, o Jornal de Negócios lançou-se numa diatribe contra a "Carta Aberta" e os seus subscritores, verdadeiramente absurda.
Segundo a direcção do Jornal de Negócios, na referida carta aberta, para além desse "sinal" de maioridade democrática e de vitalidade, "tudo o resto é vil no conteúdo e cobarde na forma. Insinua em vez de afirmar. Difama em vez de denunciar. Generaliza em vez de concretizar. Acusa sem provar". Os 19 "semi-anónimos" subscritores da Carta Aberta, tinham-se juntado para maldizer sem fundamentar e, no fundo, tinham feito uma acusação, das "mais graves que se podem fazer": que os jornais económicos "comercializam notícias e publicidade com fontes e anunciantes", e que "os jornais económicos servem o poder empresarial".
E acrescentavam que o Jornal de Negócios se considerava atingido por tal difamação, prometendo que, por respeito aos seus 117 mil leitores, os 19 "consumidores de jornais económicos" irão "ter de provar em tribunal as torpes acusações que nos lançaram".
Ora, salvo devido respeito, parece que, infelizmente, o Jornal de Negócios não está a dar nem um sinal de "maioridade democrárica" nem de "vitalidade", para além de mostrar um desconhecimento do que é a liberdade de expressão, verdadeiramente confrangedor...


Refira-se que um grupo de cidadãos escreveu no Público um texto chamando a atenção para o modo como as iniciativas do Compromisso Portugal haviam sido cobertas, sobretudo pela imprensa especializada.