PORTUGAL SERÁ� MELHOR

  • - se a casa de Aristides de Sousa Mendes fôr reconstruída para um projecto ligado com a sua vida
  • - se houver mais locais para pôr as mãos na massa
  • - se cada um de nós Ler +
  • - se cada um de nós respeitar os passeios como lugar de trânsito dos peões, sobretudo dos que têm menos mobilidade
  • - se for mandado para as urtigas o princí­pio, muito vulgarizado: Tudo pelos amigos, nada pelos inimigos. Aos outros aplica-se a lei. É mais simples e justo se a todos se aplicar a lei.

POR UM JORNALISMO MELHOR

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sábado, setembro 09, 2006

O JORNALISMO E NÓS Provedorias

Estou a ouvir o primeiro programa do Provedor da Rádio, Em Nome do Ouvinte. O programa está a informar sobre a história da nomeação dos provedores, mas entrando já em queixas do ouvinte. A primeira diz respeito a uma reportagem sobre a guerra no Líbano e José Nuno Martins colocou no ar excertos do programa em causa. A ouvinte ficou chocada com a simpatia para com o Hezbollah e com a diabolização de Israel. JNM conseguiu um depoimento da ouvinte que reside em Paris. Interessante. "Não podemos confundir resistentes com terroristas", disse. E alargoua a cusação ao conjunto da comunicação social em Portugal, mesmo a um preconceito existente na Europa. João Barreiros, director de informação, respondeu às questões do provedor também através de um depoimento. Volta a ser interessante. O provedor faz considerações a partir da obra de Eduardo Meditcsch editado pela MinervaCoimbra. E embora tenha sustentado que a queixa não terá tido fundamento, José Nuno Martins defendeu ser necessário que os programadores e os jornalistas de rádio pensem no equilíbrio das opções editoriais.
O próximo programa será sobre as condições de recepção da RDP.
A rádio pública está de parabéns por ter dado este pontapé de saída. Seguir-se-à, no próximo sábado, Paquete de Oliveira, na RTP.