PORTUGAL SERÁ� MELHOR

  • - se a casa de Aristides de Sousa Mendes fôr reconstruída para um projecto ligado com a sua vida
  • - se houver mais locais para pôr as mãos na massa
  • - se cada um de nós Ler +
  • - se cada um de nós respeitar os passeios como lugar de trânsito dos peões, sobretudo dos que têm menos mobilidade
  • - se for mandado para as urtigas o princí­pio, muito vulgarizado: Tudo pelos amigos, nada pelos inimigos. Aos outros aplica-se a lei. É mais simples e justo se a todos se aplicar a lei.

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domingo, setembro 24, 2006

O JORNALISMO E NÓS Lá fora

No Le Monde pode ler uma notícia sobre a detenção de Bilal Hussein, contratado como fotógrafo pela Associated Press. Antes vendia telefones portáteis mas a AP assegura que o contratou depois de ter passado a pente fino o seu trabalho como fotógrafo. Bilal tem enviado fotografias tiradas do outro lado do conflito, tendo uma delas valido o prémio Pullitzer de 2004. Depois disso houve reacções nos EUA tentando comprometer o jornalista como um dos inimigos do poder instituído no Iraque, e não apenas fotógrafo. Vale-lhe agora a prisão ao lado de 13000 outros detidos. A AP considera que deve dar pontos de vista sobre os dois lados do conflito. Pode ver algumas fotos de Bilal Hussein aqui bem com argumentação sobre os que o consideram que há ligação do seu trablho com o dos grupos terroristas.

"Depuis plus de cinq mois, l'Irakien Bilal Hussein, 35 ans, photographe de l'agence Associated Press (AP), est détenu à Camp Cropper, près de Bagdad, par l'armée américaine. Mais aucun procès n'est prévu. Aucune charge n'a été retenue contre lui. D'abord silencieuse, l'agence américaine a fini par tirer la sonnette d'alarme : "Bilal Hussein est retenu en violation des lois irakiennes et des conventions de Genève, a protesté Tom Curley, président d'AP, dans un communiqué du 17 septembre. Il doit être poursuivi devant la justice irakienne ou être relâché immédiatement."


Mais le Pentagone ne l'entend pas de cette oreille. Selon un porte-parole, Bilal Hussein "a des liens étroits avec des insurgés connus et il était impliqué dans des activités qui allaient bien au-delà de ce qu'on peut attendre d'un journaliste". L'armée dit être en possession de "preuves" - qu'elle ne dévoile pas."